CARAS/OS ALUNAS/OS: Ainda que os diplomas que vão receber esta noite tenham o vosso nome (e com mérito), não devem pensar que eles se devem apenas a vós. Conhecemos a expressão: se queres ir depressa vai sozinho… se queres ir longe, leva companhia. Ao longo destes anos, têm tido sempre companhia que vos apoia, de forma mais ou menos visível e que é fundamental. Importa não esquecer. Em primeiro lugar: a família. O lugar onde a Educação se inicia sempre e que garante que tudo o que virá a seguir terá sustentação. Depois, os professores: exigentes, amigos, companheiros, por vezes mais refilões, ou, como eu, mais mal humorados (temos dias). Mas, independentemente de tudo, e acima de tudo, preocupados convosco e com a vossa formação. Todos somos diferentes mas, cada um contribui de forma diferente. E todas as formas de contribuir são legítimas e ajudam-vos a crescer melhor e em todos os sentidos. E essa é a grande riqueza da Escola Pública. Não podemos esquecer as psicólogas es...
9.°Ano de escolaridade (1992/93) A professora de Inglês desafiou-nos a realizar um trabalho de grupo sobre o tema da Guerra. Os pormenores de que me recordo são poucos mas a música não voltei a esquecer: "Civil war" dos Guns N' Roses. Longe do sucesso de "Knocking on Heaven's door", "Don't cry" ou de "November rain", eu sentia na melodia, nos ritmos em crescendo das guitarras e na voz de Axl um grito que não nos podia deixar indiferentes. Em 2001/2002, na Universidade de Poitiers, tive uma cadeira chamada "La musique en Classe de FLE". Ao longo do semestre, trabalhamos várias formas sobre como dinamizar uma aula a partir de uma música para promover a aprendizagem da língua e da cultura (nunca esquecerei o potencial de "Le plat pays" de Jacques Brel, para compreender a Bélgica). Hoje, em 2025, a música continua a ensinar (e sempre continuará). No @aemartimdefreitas temos assistido a tantos momentos que validam esta ...